Sexta-feira, 22 de Maio de 2015 às  23h11
 

Vigília de Pentecostes


A Paróquia São Sebastião realizou nesta sexta-feira, 22 de maio de 2015 às 19h00 a vigília em preparação para a Festa de Pentecostes


A vigília iniciou ás 19h00 no Santuário da Mãe Rainha com acolhida das comunidades e demais famílias, nesta noite, todos unidos para recordar e celebrar a presença atuante do Espírito Santo na vida da Igreja e de seus filhos.
A Vigília foi conduzida por Frei Santos (Pároco) e Frei James




 Saída da Caminhada em direção a Igreja Matriz de São Sebastião

 E logo após, todos  saíram  em caminhada, e durante o percurso, foram realizas algumas parada como momentos de oração e súplicas ao Espírito Santo e agradecer a Deus por permanecer sempre conosco.



 
 A 1ª parada foi conduzida pelo Neocatecumenato, que fez um momento de súplicas a Deus pela Igreja, para que o Espírito Santo ilumine a nossa igreja, a Paróquia e seus paroquianos.






 2ª parada foi conduzida pela Pastoral Familiar, que fez uma Súplica pelas nossas família, para que o Espírito Santo ilumine as nossas famílias.
 Chegada a Matriz de São Sebastião


 3ª Parada foi conduzida pela Pastoral da Juventude,que fez uma súplica pela vida humana, para que o0 Espírito Santo ilumine, oriente e conduza todos nós, de modo particular os jovens, os adolescentes, as crianças e os idosos que vivem em situação de risco, ou que estão perdendo a vida no mundo das drogas, prostituição, da violência do crime e do abandono.

Presença do Coordenado da Comunidade Santa Cecília
 Edvan Rocha e sua esposa Rosilene Rocha





 Logo após a caminhada, todos participaram da celebração na Igreja Matriz, com liturgia da Palavra, momento Eucarístico, e todos foram ungidos com o Óleo Santo.

Equipe de Animação









 
 





Realização
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI



Fotos: Jesse James 


Sexta-feira, 22 de Maio de 2015 às 08h37


Vigília de Pentecostes
 
 


Os Frades Capuchinhos da Paróquia São Sebastião, convida todo povo de Deus para participarem nesta Sexta-feira, 22 de Maio de 2015 da Vigília de Pentecostes.

Início às 19h00 no Santuário da Mãe Rainha, e em seguida, procissão em direção à Matriz de São Sebastião.


Realização
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI
 
 


Sexta-feira, 22 de Maio de 2015 às 07h51


CONVITE
 
 

Domingo, 24/05, às 19h, participe da Santa Missa de Pentecostes!
Venha suplicar os dons dos Espírito Santo para sua vida!
Você que é batizado, que é crismado, venha renovar sua profissão de fé!
Após a Missa, faremos um leilão como atividade de confraternização nesse tempo festivo de Peregrinação das Imagens de Nossa Senhora... Traga suas joias e arremate outras!
 
 
Comunidade Nossa Senhora Aparecida
Conjunto Broder Ville
Paróquia Frei Galvão



Quinta-feira, 21 de Maio de 2015 às 10h53


Nota de Falecimento
 
 


Comunicamos o Falecimento do nosso amigo Manoel Arteiro Rocha

seu corpo está sendo velado em sua residência localizada na Rua São Leopoldo Nº 2870 - Bairro Frei Higino

Seu Monoel é o Pai de nossa Fatinha Rocha do grupo de Jovens JUC (Comunidade Frei Higino - Paróquia Sagrado Coração e Jesus)

Que  o nossa Deus na sua infinita misericórdia, conceda a toda à família força e Paz meste momento de muita dor.
 
"Paz e Bem"
 
 

Terça-feira, 19 de Maio de 2015 às 19h40


Convite
Encontro de Cura e Perdão



Dias 22,23 e 24 de maio de 2015 no Centro de Evangelização Face de Cristo - Missão Parnaíba "15 anos Restaurando e Santificando Famílias"

Pregador: Pe. Jorge Hermes

Sexta-feira: às 19h00
Sábado: às 13h30
Domingo: das 08h00 ao Meio-dia

Colaboração: R$ 10,00

Venha e traga a sua Família!

Realização
Centro de Evangelização  Face de Cristo/Missão Paraníba
Rua Anhanguera 680 - Bairro Pindorama.
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI




Terça-feira, 19 de Maio de 2015 às 12h57


Pensar na despedida
Papa reflete sobre o significado, para o cristão, do “adeus”



Na homilia de hoje, Francisco refletiu sobre as várias despedidas que existem na vida, inclusive a última, quando é preciso dizer “adeus” e entregar-se a Deus

Francisco explica o que significa, para o cristão, dizer "adeus"

Na manhã desta terça-feira, 19, o Papa Francisco celebrou a Missa na Casa Santa Marta colocando no centro da homilia o discurso de Jesus antes da Paixão e a despedida de Paulo em Mileto antes de ir a Jerusalém. O Pontífice se inspirou nas leituras do dia para falar o que significa dizer adeus para um cristão.

“Jesus se despede, Paulo se despede, e isso nos ajudará a refletir sobre nossas despedidas”, disse o Papa, lembrando que, na vida, existem pequenas e grandes despedidas, além de muito sofrimento e lágrimas. Como exemplo, ele citou a realidade dos que são vítimas das perseguições e obrigados a fugir.

“Pensemos hoje naqueles pobres de etnia rohingya de Mianmar. No momento de deixar suas terras para fugir das perseguições, não sabiam o que lhes aconteceria. E há meses estão numa embarcação, ali… Chegam a uma cidade, onde lhes dão água e alimentos, e dizem: ‘vão embora daqui’. É uma despedida. Aliás, hoje acontece esta grande despedida existencial. Pensem na despedida dos cristãos e dos iezites (cristãos iraquianos, ndr), que acreditam não poder voltar mais para sua terra, porque foram expulsos de casa hoje.”

Francisco mencionou também outros tipos de despedida, como aquela da mãe, que saúda e dá o último abraço no filho que parte para a guerra. Essa mãe se levanta todos os dias com o medo de que alguém lhe diga: “Agradecemos muito pela generosidade de seu filho, que deu a vida pela pátria”. E há também a “última despedida, que todos devem fazer quando o Senhor chama para o outro lado. Eu penso nisto”.

O momento do adeus

O Santo Padre explicou que essas grandes despedidas da vida, inclusive a última, não são como um ‘até logo’, ‘até breve’, que são as despedidas que indicam um regresso imediato ou depois de uma semana: são despedidas que não se sabe quando e como voltar. Ele recordou que o tema do adeus está presente também nas artes e nas músicas.

“Vem-me uma em mente, a dos alpinos, quando o capitão se despedia dos seus soldados: o testamento do capitão. Eu penso na grande despedida, na minha grande despedida, não quando digo, ‘até depois’, ‘até mais tarde’, ‘até breve’, mas ‘adeus’? Estes dois textos dizem a palavra ‘adeus’. Paulo confia a Deus os seus companheiros e Jesus confia ao Pai os Seus discípulos, que permanecem no mundo. ‘Eles não são do mundo, mas cuida deles’. Confiar ao Pai, confiar a Deus: esta é a origem da palavra ‘adeus’. Nós dizemos ‘adeus’ somente nas grandes despedidas, sejam as despedidas da vida, seja a última”.

Segundo Francisco, faz bem pensar na despedida deste mundo. “Eu creio que, com estes dois ícones – o de Paulo, que chora de joelhos na praia, todos ali, e Jesus triste, porque ia para a Paixão com os Seus discípulos, chorando no Seu coração – podemos pensar na nossa despedida. Vai nos fazer bem. Quem será a pessoa que vai fechar os meus olhos?”.

A entrega a Deus

Pensar na despedida implica refletir sobre o que cada um vai deixa para esta terra. Francisco explicou que tanto Paulo como Jesus fazem uma espécie de exame de consciência e é bom para cada um se imaginar nesse momento.

“Quando será, não sabemos, mas haverá o momento no qual ‘até depois’, ‘até breve’, ‘até amanhã’, ‘até mais’ vai se tornar ‘adeus’. Estou preparado para confiar a Deus todos os meus entes queridos? Para confiar-me a Ele? Para dizer aquela palavra que é a palavra da entrega do filho ao Pai?”

O Papa concluiu a homilia aconselhando todos a lerem as leituras de hoje sobre a despedida de Jesus e de Paulo e a pensar que, um dia, cada um deverá dizer a palavra “adeus”. “A Deus confio a minha alma, confio a minha história; a Ele confio os meus entes queridos; a Deus confio tudo (…) Que Jesus morto e ressuscitado envie-nos o Espírito Santo, para que aprendamos a palavra, aprendamos a dizê-la, existencialmente, com toda a força, a última palavra: adeus”



Fonte: Da Redação Canção Nova
com Rádio Vaticano
Foto: L'Osservatore Romano

Segunda-feira, 18 de Maio de 2015 às 18h58


Assembleia Episcopal
Papa fala sobre sensibilidade eclesial a bispos italianos




O tema do encontro dos bispos italianos este ano é a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium

O Papa Francisco abriu a 68ª Assembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana, CEI, na tarde desta segunda-feira, 18, no Vaticano. Francisco deixou a sua residência na Casa Santa Marta e se dirigiu a pé até a Sala Paulo VI, local do encontro, onde foi acolhido pelo Presidente da Conferência e o Secretário, o Cardeal Angelo Bagnasco e Dom Nunzio Galantino. Depois de uma troca de abraços, os três se encaminharam  ao local dos trabalhos, no interior do edifício.

O tema do encontro dos bispos italianos este ano é a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium.

O Pontífice fez um discurso aos bispos de sua Diocese e de toda a Itália ressaltando que neste momento histórico desconfortante, com situações de aflição e atribulação, no país e no mundo, a vocação episcopal é ‘navegar contra a corrente’; ou seja, ser testemunhas alegres de Jesus Cristo e transmitir esta alegria e esperança aos outros.  “É-nos pedido para consolar, ajudar, encorajar sem distinção todos os nossos irmãos oprimidos pelo peso de suas ‘cruzes’, erguendo-os com a força que provém de Deus”.

Neste sentido, visto o tema da Assembleia, Francisco disse ao grupo que gostaria de ouvir as suas ideias, as suas perguntas, e compartilhar com os presentes as suas reflexões. Mas iniciou afirmando que “é muito ruim encontrar um consagrado abatido, desmotivado ou ‘apagado’… é como um poço seco aonde as pessoas não acham água para matar a sede”.

Sensibilidade eclesial

Francisco disse que nestes dois anos de pontificado, visitou várias Conferências episcopais e observou a importância da “sensibilidade eclesial” de cada uma, ou seja, a humildade, a compaixão, a misericórdia, a concretude e sabedoria, à imagem dos sentimentos de Deus.

“A sensibilidade eclesial nos leva junto ao povo de Deus para defendê-lo das colonizações ideológicas que lhes roubam identidade e dignidade”, disse o Papa.

Segundo ele, a sensibilidade eclesial se manifesta também nas decisões pastorais e na elaboração de documentos, nos quais não devem prevalecer aspectos teóricos, doutrinais e abstratos – “como se nossas orientações se dirigissem a estudiosos e especialistas, e não ao povo de Deus. Temos que traduzi-los em propostas concretas e compreensíveis”, afirmou.

Prosseguindo, o Papa reiterou que a sensibilidade eclesial se concretiza também reforçando o papel dos leigos em assumir as responsabilidades que lhes competem. “Os leigos que possuem formação cristã autêntica não precisam de um ‘Bispo-piloto’, ou de um ‘monsenhor-piloto’ ou de um estímulo clerical para assumir suas tarefas em todos os níveis: político, social, econômico e legislativo! Eles precisam é de um Bispo-Pastor!” – completou.

“Enfim, a sensibilidade eclesial se revela concretamente na colegialidade e na comunhão entre os Bispos e seus sacerdotes; na comunhão entre os próprios Bispos; entre as Dioceses ricas – materialmente e vocacionalmente – e as que tem dificuldades; entre as periferias e o centro; entre as Conferências Episcopais e os Bispos com o sucessor de Pedro”.

A base e a colegialidade

Em seguida, o Pontífice aprofundou o tema da colegialidade na determinação dos planos pastorais e na divisão dos compromissos programáticos, econômicos e financeiros. Por exemplo, citou que às vezes, a recepção dos programas e a atuação de certos projetos não são “cerificadas”. “São homologadas decisões, opiniões e pessoas; narcotizadas Comunidades… ao invés de se deixar transportar aos horizontes aonde o Espírito nos pode conduzir”.

Outra questão levantada pelo Papa: “Por que se deixam envelhecer tanto os Institutos religiosos, Mosteiros, Congregações, ao ponto que deixam de ser testemunhos fiéis ao seu carisma inicial? Por que não se incorporam, antes que seja tarde demais?”.

A este ponto, o Papa terminou seu discurso, explicando que quis apenas oferecer alguns exemplos de escassez de sensibilidade eclesial. “Durante o Jubileu da Misericórdia, o Senhor nos conceda a alegria de redescobrir e tornar fecunda a misericórdia de Deus, com a qual somos chamados a consolar todos os homens e mulheres do nosso tempo”, rezou o Pontífice.

Os bispos italianos prosseguem sua Assembleia na Sala do Sínodo, no Vaticano, até o dia 21, e no âmbito dos trabalhos, serão eleitos os Presidentes das Comissões Episcopais


Fonte: Da redação Canção Nova
 com Rádio Vaticano
Foto: CTV
 


Domingo, 17 de Maio de 2015 às  23h25


Espiritualidade com os Catequistas da Pastoral da Crisma

Os Catequistas da Pastoral da Crisma da Paróquia Sagrado Coração de Jesus participaram neste domingo, 17 de maio de 2015 na casa de praia da Diocese de Parnaíba-PI  (Praia do Coqueiro em Luís Correia), de um momento de espiritualidade.


A espiritualidade foi conduzida  pelo catequista Luiz Alves de Souza Júnior ( comunidade Nossa Senhora do Perpétuo  socorro - PSS), que de maneira simples ajudou os catequistas a repensarem o seu papel como igreja na sociedade.


O I momento foi iniciado com a acolhida onde cada um demonstrou seu amor e amizades uns com os outros.


Em seguida foi lida a leitura do Efésios, 2, 13 – 23, posteriormente foi realizada a metodologia da palavra partilhada onde cada membro explicou sobre o significado da leitura para sua vida.

Durante a espiritualidade observou – se um silêncio profundo de escuta da palavra de Deus e de abertura aos irmãos. O mediador fez três questionamentos sobre a oração e a fé em comunidade. Júnior perguntou para os presentes. Qual o significado da fé na catequese? Porque ter fé na catequese? Quais os avanços e desafios para catequizar no mundo contemporâneo?


 


 O III momento foi realizado a recitação do terço onde cada um catequista rezava uma Ave Maria e colocava sua vela como sinal de sua fé e de compromisso com o reino de Deus. 







 Finalmente terminamos o encontro agradecendo Deus pela sua inspiração e pela sua misericórdia para com conosco.


 Realização
Pastoral da Crisma
Paróquia Sagrado Coração de Jesus
Diocese de Parnaíba - PI




Texto: Junior
Fotos: Henrique Santos
Blog Divulgando o Evangelho